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Como escolher melhor os alimentos que você come

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Fazer boas escolhas alimentares não significa somar o mínimo de calorias possível numa refeição ou optar por uma marca mais confiável de comida congelada. É preciso comprar os produtos com sabedoria e comer com consciência para não acabar desperdiçando nutrientes importantes à saúde.

1) Prefira produtos locais
Priorize alimentos produzidos na sua região. Quanto mais longo o tempo de “viagem” de uma fruta, legume ou hortaliça até a gôndola do supermercado, maior é o risco de terem sido cultivados com superdoses de fertilizantes e agrotóxicos para manter boa fisionomia. Pela mesma razão, fique de olho na época natural dos frutos e dê preferência àqueles que se encontram no seu período propício. Bolos, tortas e pães têm maior probabilidade de ser mais frescos se estão perto de onde foram produzidos.

prefira produtores locais

2) Entenda as armadilhas dos rótulos
Não se engane com termos como integral, light, diet, sem conservantes. As letras grandes do rótulo nem sempre condizem com as pequeninas, descritas na tabela nutricional. Dica: ela apresenta os ingredientes em ordem decrescente de concentração, então cuidado se açúcares, farinha de trigo enriquecida com ferro (a branca) e gordura hidrogenada (a trans) estão no topo da lista. Também merecem atenção nomes com as terminações “ante” e “or”, como estabilizante e conservador, criados artificialmente para tornar comidas prontas menos perecíveis.

leia os rótulos

3) Diga não ao desperdício
Seguindo as regras tradicionais de preparo, você pode estar jogando fora nutrientes importantes. Quer sugestões para inovar? Folhas de cenoura ficam ótimas refogadas. A casca da manga (onde está a maior concentração de fibras e minerais) pode ser batida no suco verde. Talos de couve-flor cozida turbinam o bolinho de arroz pouco nutritivo. E raspas da casca de limão, que têm altas doses de vitamina C e óleos essenciais importantes, temperam bem saladas, doces e carnes. Nada precisa ser desperdiçado!

não ao desperdício de alimentos

4) Cozinhe sua versão em casa
Você quer ter mais controle do que leva ao prato? Cozinhando a própria refeição, você consegue dosar a quantidade de sal e de azeite e optar por temperos naturais. Além disso, é mais fácil ficar de olho na procedência dos alimentos. Invista nos frescos e orgânicos – que estão mais acessíveis. Pela internet, inclusive, é possível negociar direto com o produtor, encomendar e até dividir a entrega de cestas coletivas. O site feirasorganicas.idec.org.br lista feiras especializadas em nove estados do Brasil.

cozinhe mais em casa

5) Aposte na variedade de fontes
Você já ouviu a regra que o ideal é montar um prato bem “colorido”, certo? Ela segue infalível, pois permite, de maneira fácil e muito visual, equilibrar as diversas fontes de nutrientes e minerais, que, quanto mais variadas, reforçam o sistema imunológico. Mas por que a questão das tonalidades? Explica-se: os alimentos são divididos em seis grupos de cores, e cada um deles traz diferentes propriedades e vitaminas importantes para o corpo. A dica é colorir bem sem repetir os tons.

pratos coloridos

Originalmente publicado na Revista Sorria 46
Texto: Jaqueline Li
Ilustração: Leandro Lassmar

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