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Um mundo sobre a mesa

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Montagem: Mariana Coan e Marília Filgueiras. Foto de Daniela Toviansky

Montagem: Mariana Coan e Marília Filgueiras. Foto: Daniela Toviansky

Quando um tabuleiro de jogo é aberto, impõe sua própria realidade. Enquanto durar a partida, são aqueles espaços nele desenhados que nortearão todas as nossas ações. Podem ser 64 casas alternadas em branco-e-preto, um mapa-múndi, retângulos simulando as mais conhecidas ruas do país, uma trilha com as fases da vida, a planta de uma casa onde ocorreu um misterioso assassinato, um campo de combate… Há tantas variedades quanto tem permitido a criatividade humana desde o aparecimento das primeiras civilizações. Acredita-se que os jogos de tabuleiro tenham surgido há mais de 5 mil anos, com pedras sobre desenhos na areia. Naquela época, já serviam para simular batalhas – característica herdada pelo xadrez, por exemplo –, mas também para objetivos mais leves, como interpretar os desejos dos deuses. Desde então, nos garantem não só diversão entre amigos, como também uma série de benefícios à saúde, como desenvolvimento do raciocínio lógico, da concentração e do senso de estratégia. Além de tudo, jogos de tabuleiro são fáceis de improvisar. Bastam papel, caneta, algo que sirva como peças, talvez um dado – e um punhado de idéias para desenhar o universo em que você quer brincar.

Texto de Dilson Branco, originalmente publicado na edição #6 da Revista Sorria. Para ler mais textos inspiradores como este, assine a Sorria. :)

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